VI. – Quando a Feira era “do pau” e o café era servido com liberalidade – Alagoinhas 1969-1981: algumas notas memorialísticas – José Jorge Andrade Damasceno

Tendo acabado de completar os seus cento e setenta anos de emancipação político-administrativa, em sua trajetória histórica, Alagoinhas construiu marcas indeléveis no imaginário dos seus moradores, que teimam em se manter vivas a despeito dos anos e das mudanças na

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V. – Quando a feira era do “pau” e a Primeira Igreja era Batista – 1980-1981 – Memória e memorialística: algumas reflexões – José Jorge Andrade Damasceno

Já se disse em escritos anteriores, que a “feira do pau” era um espaço marcado pela presença de algumas edificações que acabavam por destoar das representações que ela despertava no imaginário coletivo, sobretudo, aquelas relacionadas com a miséria – física

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I – Quando a Feira era “do pau” e a rádio era “Emissora” – Alagoinhas 1969-1981 – José Jorge Andrade Damasceno

Tendo completado cento e setenta anos de emancipação político-administrativa, em seu marchar desde o estabelecimento do núcleo populacional nas proximidades da estação ferroviária aberta ao tráfego em 1863, trazendo consigo a feira que já funcionava na antiga povoação, até a

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