Vitória da Conquista avança na educação pública e superior com inauguração de novas unidades escolares estaduais

Da zona urbana aos distritos, a expansão do ensino público marcou esta terça-feira (30). Em Vitória da Conquista, o governador Jerônimo Rodrigues visitou e entregou o Colégio Estadual de Tempo Integral de Vitória da Conquista, com investimento superior a R$ 47 milhões, além de inaugurar o Colégio Estadual de Tempo Integral Padre Luiz Soares Palmeira. A transformação chegou também à zona rural com o novo Colégio Estadual do Campo de Tempo Integral Professora Elisabeth Maria Couto, localizado no distrito de Inhobim, a 65 quilômetros da sede.
Ainda na agenda educativa, foi entregue a ampliação com modernização do Colégio Estadual de Tempo Integral Camillo de Jesus Lima. O ensino superior também foi contemplado com a inauguração do Módulo de Pós-Graduação da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), fortalecendo a pesquisa acadêmica na região.
“O secretário Marcio veio ontem, veio anteontem, vai continuar aqui, fazendo entrega tanto de escolas, não só essa, visitando outras, mas uma escola linda dessa lá em Obim,
“Continuaremos aqui fazendo entregas de novas escolas e esses são nossos investimentos dentro da UESB. Um novo módulo, um novo bloco de sala de aula, de laboratórios. E a ideia é que a gente possa continuar fortalecendo a Uesb para se juntar aqui, no caso, com a UFBA, com o Instituto Federal, e ampliar a quantidade de educação superior, tanto para Conquista quanto para a Região”, declarou o governador.
O secretário da Educação em exercício, Marcius Gomes, pontuou durante o ato o impacto dessa nova estrutura pedagógica, explicando que a entrega das novas sedes e a modernização de unidades representam um salto na qualidade educacional. “Hoje, celebramos os indicadores da permanência dos nossos estudantes, isso é fruto do trabalho do governador Jerônimo Rodrigues”, comemorou o gestor.
A chegada dos novos colégios gerou grande entusiasmo na comunidade escolar. Felipe Marques, de 16 anos, explicou que a escola onde estudava não tinha mais estrutura. “Era uma situação muito precária na outra escola e hoje vemos que melhorou muito”, relembrou o estudante do segundo ano. A estudante Alice Fernandes, de 15 anos, já está pensando nos próximos passos. “Aqui, eu consigo aproveitar os laboratórios, já que faço curso técnico e quero seguir a área de Biotecnologia”, contou.

